6/10/2013



KHANNA, Parag, Como Governar o Mundo em Tempo de Incerteza. Lisboa: ed. Presença, 2012 (ca. 290 pp.)


“Acima de tudo, os novos diplomatas conseguem motivar milhões de pessoas espalhadas pelo mundo a aderir às suas causas. E todos nós podemos ser como estes novos diplomatas (…) os novos diplomatas exercem já uma grande influência sobre o Departamento de Estado Americano e sobre organizações tradicionais no que diz respeito à fusão do poder político e privado num todo maior do que a soma das suas partes. Para além da Casa Branca e Whitehall (a sede do governo britânico) o Forum Económico Mundial e a Fundação Iniciativa Global Clinton são os novos postos de encontro para novos diplomatas” (p. 46,7)


“Terrorismo, pirataria, fomento da guerra e crime organizado fundiram-se num submundo público-privado, constituído por patrocinadores estatais e nefastos grupos obscuros. As dinâmicas de mercado são imunes aos debates moralizantes desde que existe procura, haverá sempre oferta.” (p.140)


“Os melhores resultados não derivam de uma falsa escolha entre público e privado nas sim da união do público e do privado.” (p.225)


“A nossa meta deveria ser um mundo autopoiético: autoregulador e em perpétua recriação. (…) Um mundo público-privado, híbrido e difuso, não é infalível e é seguramente mais complexo do que a ordemn existente na atualidade, mas é uma melhoria e não um passo atrás.”

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