3/17/2009

TESTEMUNHO 20 PIONEIROS por M.Diogo


As crianças nas sociedades em guerra civil ou em luta de libertação:

1)São em grande número

2)Não dispõem de instituições que tomem conta delas quando os pais estão a trabalhar, nem de escolas que as guardem o dia inteiro;

3)Muito cedo assumem responsabilidades na família, desde tomar conta dos irmãos mais novos a angariar sustento através de pequenos serviços que prestam

4)Vivem a guerra em directo - os pais não podem mudar de canal da TV ou mandá-las para o quarto;

5)Vêm morrer os irmãos, os pais, os tios, os vizinhos - a guerra não é uma coisa que lhes é exterior e em relação à qual se possam distanciar. É-lhes impossível não tomar partido no conflito.

6)Eles sentem que pertencem, e pertencem de facto, a uma das partes em conflito. Por isso querem participar na luta. À solta na rua ou sozinhos em casa estão vulneráveis ao inimigo. Por um lado têm que aprender a defender-se e a proteger-se, por outro lado querem participar na luta.

7)Se abandonadas a si mesmas, sozinhas  ou em bandos, tomam iniciativas 
que vão desde atirar pedras até roubar materiais das instalações do inimigo, 
passando por insultá-los e outras ousadias. Atravessam-se nas ruas durante 
os conflitos, seguem os guerrilheiros do seu lado que são seus familiares, 
vizinhos e amigos. Querem segurar nas mochilas, nos cintos de munições das 
auto-metralhadoras, levar comida e água, abrir e fechar portas em fugas, 
apontar esconderijos e dissimulá-los. E são donos de uma criatividade sem 
limites.

8)É muito difícil a um guerrilheiro, por mais que queira, actuar sem que uma delas ou um grupo o acompanhe, umas vezes ajudando realmente, outras atrapalhando, mas sempre correndo riscos.

9)A melhor forma de controlar esta actividade desorganizada e perigosa, para melhor os proteger e defender,  é organizá-los por forma a que sintam que contribuem, que participam, que são úteis, que é exactamente o que eles querem.

10) Estas crianças não querem as brincadeiras dos meninos de Lisboa ou de Paris. Querem mesmo é ajudar na luta. Por isso não se diga 
que são impedidos de brincar.

11) É esse o papel das organizações de pioneiros neste tipo de sociedades. Organizados, incluídos numa organização dirigidas por adultos, as suas actividades e iniciativas são controladas, canalizadas para actividades de educação física, marchas, enfim , todas as que os fazem sentir-se identificados com os seus heróis e protectores - os pais, os irmãos mais velhos os vizinhos que lutam na guerrilha. Só assim se submetem à disciplina que nessas organizações lhe é imposta. É a melhor forma de os proteger. Enquanto estão entretidos naquelas actividades que são organizadas o mais longe que se consegue do centro do cenário do conflito (numa cidade isto não é muito fácil), estão protegidos e não andam a arriscar a vida nas esquinas e vielas, em cima dos muros e dos telhados. Dá-se-lhes uma farda e umas armas de brincar, pede-se-lhes que desempenhem tarefas úteis não arriscadas e ao seu alcance e valoriza-se o seu contributo para a comunidade e para a luta. A única forma de os proteger é enquadrá-los o melhor possível.

Mostrar  fotografias das organizações de pioneiros sem explicar o papel que elas desempenham nestas sociedades, apontando "o que eles não querem mostrar" é acusar as guerrilhas de utilização abusiva de crianças na guerra, de falta sensibilidade e de perversão violenta. É precisamente o oposto do que se realmente se passa.

3/13/2009


Huller, David, 365 Ideias Para Mudar o Mundo – Como o meu contributo pode fazer a diferença no dia-a-dia, Lisboa, Idbooks, 2009 (Formato pequeno, ca. 251 pp. e 13. 30 euros)

“Comece primeiro por si: faça por não morrer jovem. Pequenas mudanças no seu estilo de vida podem ter recompensas enormes” (p.176)

“Experimente andar de cadeira de rodas (…) Junte-se às pessoas com deficiência motora na luta por melhores condições de acesso” (p. 136)

“Leia livros que lhe dêem ideias novas, como por exemplo  1001 Maneiras de Salvar o Planeta,  de Joanna Yarrow (p.108)

"O humor é uma arma importante para qualquer activista. Como forma de alertar para uma causa específica e ganhar (…) a atenção da comunicação social, ou simplesmente baixar a pose arrogante de alguém, não há nada melhor do que atirar uma tarte acabada de fazer à cara dessa pessoa” (p.208)

Sites aconselhados:

www.tv

www.sites.comunidades.net (ensina a criar sites)

www.animais-em-risco.org

 

FILOSOFIA 7


WAGNER, Pierre (dir) AAVV Les Philosophes et la science, Paris, Galimard, 2002 (Ca. 1120 pp.e 13.75Tamanho do tipo de letra euros)

“Pour les empiristes logiques comme por d’ autres philosophes de courants analytiques,  la science n’ est pas conçue como uma activité, ni comme une modalité particulière de la connaissance, mas como un ensemble d’ ennoncés dont on interroge la structure logique et la signification. Les travaux de Frege, Russell et Wittgenstein sur la logique et les fondements des mathématiques  sont souvent considerées como étant l’origine de la philosophie anaytique des sciences, fortement marquée par «le tournant linquistique de la philosophie»  (Introduction, P.W., p. 44)

“Le savoir progresse par élimination toujours plus fine du faux et non par accumulation progressive de  verités (...) Seul l’ expérimentation feconde permet défaire les illusions idolâtriques, parce que ce n’ est qu’ en reproduisant ce que la nature produit que l’ on sait qu’ on a la lumière.” (Frédéric Brahami, p. 315) 

SACKS, Oliver, Musicofilia,  Lisboa, Relógio d’ Água, 2008 (ca. 372 pp. e 18 euros)

“O meu interesse por alucinaçoes musicais remonta a mais de trinta anos atrás (…) São muitas e variados os factores que nos podem predispor para as alucinações mentais” (p. 73)

 “O facto de o «ritmo» (…) aparecer espontaneamente nas crianças humanas mas em nenhum outro primata, obriga-nos a reflectir sobre as nossas origens filogenéticas (…) Será que a música de facto precede a fala (como pensava Darwin) ; será que a fala precedeu a música (como acreditava o seu contemporâneo Herbert Spencer) ou ter-se-ão desenvolvido simultâneamente (como acredita Mithen)?  (p.245)

 “Existe uma tendência em filosofia que leva a separar a mente, as operações intelectuais, das paixões, das emoções. (…) todavia  a música dirige-se às duas partes da nossa natureza: é essencialmente emocional, do mesmo modo que é esencialmente intelectual. Quando ouvimos música é muito frequente tomarmos consciência de dois aspectos, sentimo-nos profundamente comovidos ao mesmo tempo que apreciamos a estrutura formal da composição” (p. 287)

 

 

 

3/12/2009


Por que és escravo do que  gostas?  
GOSTA DO QUE DEVES.
Kriu

GESTÃO 15


HANEL, Gary e Breen, Bill,O Futuro da Gestão, Lisboa, Acual Editora, 2007 (ca. 302 pp. e 21 euros)

“pessoas de vinte valores querem trabalhar com pessoas de vinte valores – outros sábios que estimulem o seu pensamento e irão acelerar a sua aprendizagem. O problema é que as pessoas de quinze valores sentem-se ameaçadas pelo talento da classe dos vinte valores, portanto, a partir do momento em que passem a porta, tendem a contratar colegas que são tão medianos quanto eles. Pior ainda, as pessoas de classe dos quinze valors, com problemas de segurança optarão por contratar colaboradores de dez valores, sem autoconfiança para desafiarem qualquer ponto de vista (…) E sem se aperceber o processo da “estupidificação” torna-se irreversível.

(...)Brin e Page [engenheiros da Google - Nota de Kriu] entendem que os avanços se conseguem questionando os pressupostos e destruindo os paradigmas” (p.127)

“Eliminar os dogmas tem tudo ao ver com fazer perguntas certas – repetidamente. (…) Em que medida esta convicção serve os interesses dos que a aceitam? Existe quem retire garantias ou conforto desta convição?” (p.287)


3/11/2009

GRAFFITI 1 - Caldas da Rainha, Março 09

FILOSOFIA 6


FOUREZ, Gérard, A Construção das Ciências - As Lógicas das Invenções Científicas, Lisboa, Instituto Piaget, 2008 (ca. 405 pp. e 23 euros)

“A comunidade científica como grupo que tem pouco poder directo, tem tendência para encontrar aliados (…) essas «alianças» influenciarão os investigadores (…) É assim que, se um grupo de matemáticos estuda problemas de tráfego num aglomerado populacional,  há poucas hipóteses de que negligencie os interesses da população que habita nos bairros dormitórios em torno da cidade. Mas não lhes será impossível esquecer os interesses das populações mais pobres que habitam no centro. (…) veremos  como a medicina científica se estrutura em torno de um paradigma determinado em boa parte pela prática social de um medicina industrialista, visando apenas os que têm capacidade de se tratar e de pagar um médico” [LAMBOURNE, R.A. Le Christ et la Santé, Paris, Le Centurion-Labor et Fider, 1972] (p.105)

“podemos definir as ciências como um trabalho sobre os limites, uma espécie de exuberância ou  demência do espírito humano (Monin) querendo superar-se incessantemente, uma «festa» científica (Thill) por meio da qual superamos o lugar onde estavamos, ou ainda o jogo dos possíveis (Fourez) em que jogamos a representar-nos as acções possíveis, quaisquer que elas sejam.” (p.306)

3/08/2009

HUMOR 4


Um homem que, com requintado saber, matou os pais, pedia assim clemência no dia do julgamento:
- Meretíssimo Juíz, Vossa Mercê tenha dó de um pobre orfão!

3/07/2009

DESIGN 1


MUNARI, Bruno, Das Coisas Nascem Coisas, Lisboa, Ed. 70, 2008 (Ca. 385 pp. e 17.50 euros)

“Criatividade não significa improvisação sem método: dessa maneira apenas se faz confusão e se cria nos jovens a ilusão de se sentirem artistas livres e independentes” (P.21)“O progresso surge quando se simplifica e não quando se complica” (p.163)

 “São muitas mais do que se pensa as pessoas que nunca leram um livro. Outras foram obrigadas a comprar e ler livros de escola, depois do que disseram: “basta de livros”. São muitas mais do que se pensa, e todavia muitas vezes são pessoas de bom carácter, pessoas gentis e cordiais, pessoas que até talvez tenham sucesso económico na vida, pessoas para as quais chegam os semanários de assuntos mundanos  para terem notícias do mundo. Não sabem que nos livros está o saber, que graças aos livros  o indivíduo pode aumentar os conhecimentos dos factos e compreender muitos aspectos do que acontece, que os livros podem despertar outros interesses, que os livros ajudam a viver melhor” (p. 231)

3/05/2009

HISTÓRIA 5


DIAMOND, Jared, Colapso, Ascensão e Queda de Sociedades Humanas, Lisboa, Gradiva, 2008. (Ca. 666 pp. e 40 euros)

“mais de metade da superfície original do planeta foi já convertida para outros usos e, às actuais taxas de conversão, um quarto das florestas que restam serão convertidas nos próximos cinquenta anos. (…) A desflorestação foi um dos principais factores, se não o principal factor, em todos os colapsos de sociedades do passado descritos neste livro” (p.563)

“Especialmente se a elite se consegue manter afastada das consequências das suas acções, poderá fazer coisas que a beneficiem, independentemente de poderem ser prejudiciais para todas as outras pessoas. Estes conflitos, personificados de forma flagrante pelo ditador Trujillo na República Dominicana e pela elite dirigente no Haiti, estão a tornar-se cada vez mais frequentes nos EUA de hoje, onde os ricos tendem a viver dentro de condomínios fechados e a beber água engarrafada. (…) Ao longo da história de que há registo a acção ou inacção de reis, chefes e políticos egocêntricos tem sido uma causa constante de colapsos sociais como se pode ver pelos exemplos dos reis maias, dos chefes da Gronelândia nórdica e dos políticos ruandeses contemporâneos analisados neste livro” (p. 502)

3/03/2009

PSICOLOGIA 4


MATOS, Armanda e Outros, AAVV, A Maldade Humana: Fatalidade ou Educação? Coimbra. Ed. Almedina, 2008

(Ca. 358 pp. e 19 euros)

Stephen Reider

“Ao longo dos anos 50, uma série de estudos marcantes tinham demonstrado o poder dos grupos para transformar o comportamento – tipicamente para pior. “ (p.35,6)

Cristina Pinto Albuquerque

“a identificação do outro como ser humano é o mais poderoso factor de inibição da violência. Os estudos antropológicos têm demonstrado a  força agregativa do sorriso em todas as culturas e o efeito apaziguador de alguns gestos de submissão daquele que sente que pode ser alvo de ataque (…) Como afirma Emmanuel Levinas a relação com o “rosto” (visage) é em primeiro lugar ética (…) O imperativo de dar prioridade ao outro não é uma decisão mas um mandamento”(p.69,70)

“pensar sobre o mal é hoje uma exigência e uma manifestação de responsabilidade social e intelectual. Como evidencia Susan Neiman [NEIMAN, Susan, O Mal no Pensamento Moderno, Uma história alternativa da filosofia, Lisboa, Gradiva, 2005.]: «abandonar a tentativa de compreender o mal é abandonar qualquer base para o confrontar, em pensamento e na prática»  p.78]

David Farrington:

Devido à relação entre o crime e muitos outros problemas sociais (…) A prevenção precoce que reduz o crime também reduzirá, provavelmente, o consumo de alcoól, a condução sob efeito de álcool, o consumo de droga, a promiscuidade sexual, a violência familiar e talvez mesmo o insucesso escolar, o desemprego e a desarmonia conjugal.

Foi claro a partir do estudo de Cambridge [Donald West e Outros, “Estudo de Desenvolvimento de Delinquência de Cambridge”] que os transgressores mais persistentes começam cedo (…) tendem a dar origem à próxima geração de crianças delinquentes. É pois, importante, fazer com que as crianças em risco sejam alvo de programas de prevenção na infância” (p.242)


2/26/2009

CONFERÊNCIA 2


STEINER, George (coord.) A Ciência Terá Limites? Lisboa, Gradiva, 2008 (Ca. 282 pp e 15 euros)

Peter Woit:

“A organização actual da investigação em física põe os melhores jovens na posição de precisarem repetidamente de provaram as suas capacidades, de produzirem resultados em escalas temporais de um ou dois anos no máximo, se quiserem continuar empregados. Em níveis mais elevados de carreira, mesmo pertencendo aos quadros, a pressão das candidaturas a bolsas continua a desencorajar muitos de fazerem o tipo de compromisso com uma investigação impopular e especulativa que poderá ser precisa para progredir” (p. 79)

Wolf Singer:

“Se os processos neuronais são a base e a causa de todos os fenómenos mentais, e se os processos cerebrais seguem as leis da natureza, então o principio de causalidade tem de ser válido para as interacções neuronais. Apesar de haver ruído e interferência, cada estado do cérebro é uma consequência necessária do estado anterior e as decisões não são mais do que estados cerebrais especiais. Esta noção tem implicações muito vastas na forma como nos compreendemos.” (p. 87)

“poderemos passar horas a mostrar exemplos que provam que o cérebro produz inferências de que não temos consciência, que reconstrói continuamente o mundo de acordo com conhecimentos a priori e que nós, enquanto sujeitos sensíveis, temos de assumir como certo o que o sistema acaba por nos oferecer como experiência consciente.” (p.92)

 

 

 

 

2/24/2009

Introdução à Culinária do Japão 1 – por Gonçalo Barra


SUSHI (すし)[1]

 

            No Japão o termo sushi designa todas as preparações à base de arroz avinagrado: o sumeshi[2]. A definição simples de sushi é “arroz avinagrado com uma cobertura ou recheio de peixe, marisco, vegetais ou ovo crus, cozinhados ou marinados”[3], “qualquer das várias preparações de arroz avinagrado e peixe cru”[4], “todas as preparações à base de arroz avinagrado” [5], ou apenas: “marinada de arroz no vinagre”[6].

 

            O sushi vegetariano é também muito apreciado, em combinações de arroz avinagrado com pepino, cogumelos shitake, abacate, e outros vegetais[7].

           

            O sushi poderá ter chegado ao Japão com a introdução do cultivo do arroz, no séc. IV a.C., (um caractere Chinês, ainda hoje utilizado no Japão, aparece num dicionário que se pensa ser do séc. III ou IV a.C.[8]), ou sido trazido da China por monges budistas no séc. VII d.C.. Os dois caracteres chineses que significam «peixe em conserva» e «peixe fermentado em arroz e sal», surgiram no Japão no início do séc. VIII d.C. [9]. A mais antiga forma de sushi era um meio de conservação de peixe, e não propriamente uma maneira de comer arroz[10].

 

            Deste modo neutralizavam-se as bactérias devido à reacção provocada entre o ácido láctico produzido pela fermentação do arroz cozido e os ácidos aminados das proteínas do peixe[11].

 



[1] Alfabeto simplificado Hiragana, letras "SU" e "SI". Ver HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 150.

[2] KAZUKO, Emi, Sushi, Éditions Solar, Paris, 2003, p. 11.

[3] BARBER, Kimiko, TAKEMURA, Hiroki, Sushi, Dorling Kindersley – Civilização Editores, Limitada, Porto, Agosto de 2003, p. 6.

[4] HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 150. Tradução nossa do Inglês: any of various preparations of vinegared rice and raw fish.

[5] KAZUKO, Emi, Sushi, Éditions Solar, Paris, 2003, p. 11. Tradução nossa do Francês : Au Japon, le terme de «sushi» désigne toutes les préparations à base de riz au vinaigre.

[6] KASUKO, Emi, FUKUOKA, Yasuko, La Cuisine Japonaise – Toutes Les Traditions, Les Techniques et les Recettes de cette Cuisine Intemporelle, Manise, s/ data, ISBN 2-84198-183-5, s/ local, imprimido em Singapura em Junho de 2005, p. 15. Tadução nossa do Francês : «marinade de riz dans le vinaigre»

[7] NISHIMOTO SCHINNER, Myoko, Japanese Cooking – Contemporary & TraditionalSimple Deicious and Vegan, Book Publishing Company, Summertown, Tenessee, 1999, p. 33. Tradução nossa do Inglês: Vegetarian sushi featuring cucumber, shiitake, avocado, and other vegetables are also popular.

[8] MASUI, Kazuko, MASUI Chihiro, Sushi Secrets, Hachette Ilustrated UK, Octopus Publishing Group, Ltd., London, s/ data, ISBN 13: 978-1-84430-049-5, p. 19.

[9] BARBER, Kimiko, TAKEMURA, Hiroki, Sushi, Dorling Kindersley – Civilização Editores, Limitada, Porto, Agosto de 2003, ps. 6, e 7. Neste sentido, também VARELA SOARES, Mário, Arroz Bago a Bago, Booktree – Sociedade Editorial, Lda., Novembro de 2002, p. 161, onde regista: Aparentemente foi no século VII da nossa era que os Japoneses inventaram uma fórmula artificiosa de conservar o peixe fresco durante algum tempo, cortavam-no em pequenas porções e envolviam-no em arroz cozido.

[10] HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 105. Tradução nossa do Inglês: the most ancient form of sushi, which was a way of preserving fish rather rhan a way of eating rice. Assim também MASUI, Kazuko, MASUI Chihiro, Sushi Secrets, Hachette Ilustrated UK, Octopus Publishing Group, Ltd., London, s/ data, ISBN 13: 978-1-84430-049-5, p. 19, onde se regista: Sushi was at first a method of preserving fish.

[11] VARELA SOARES, Mário, Arroz Bago a Bago, Booktree – Sociedade Editorial, Lda., Novembro de 2002, p. 161.

2/22/2009

TESTEMUNHOS 19


SAGAN, Carl, As Variedades da Experiência Científica - Uma visão pessoal do processo de Deus, Lisboa, Gradiva, 2007 (ca. 285 pp. e 28 euros)

Albert Einstein: 
Creio que o sentimento religioso cósmico é o mais forte e nobre motivo para a pesquisa científica  (cit.pág. 22)

“Quanto mais queremos acreditar em qualquer coisa mais cépticos temos de ser” (p. 233)

“o ónus da prova [da existência de Deus – N. de Kriu] recai sobre os que afirmam que Deus existe. (…) Porque de outro modo seria muito fácil lançar opiniões, se quem as propusesse não tivesse a responsabilidade de demonstrar que são verdadeiras. Tem aqui um conjunto de trinta e uma propostas feitas por mim, e adeus!” Quer dizer, ficávamos numa situação caótica. (p. 244)

"Podemos assegurar-nos de que aqueles em quem votamos têm opiniões racionais sobre estes assuntos. Podemos esforçarmo-nos por nos assegurarmos de que há verdadeiras diferenças de opiniões entre os candidatos opostos. Podemos escrever cartas para os jornais e por ai fora. Mas, mais importante do que tudo isto, creio, cada um de nós deve munir-se de um “kit de detecção de tretas.” (…) Os governos distorcem os factos de modo a permanecerem no poder.” (pp.258,9)


É mais provável a natureza sair do seu curso ou um homem dizer uma mentira?
Thomas Paine

Humor 3 A Cruz do Emprego...

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