2/24/2009

Introdução à Culinária do Japão 1 – por Gonçalo Barra


SUSHI (すし)[1]

 

            No Japão o termo sushi designa todas as preparações à base de arroz avinagrado: o sumeshi[2]. A definição simples de sushi é “arroz avinagrado com uma cobertura ou recheio de peixe, marisco, vegetais ou ovo crus, cozinhados ou marinados”[3], “qualquer das várias preparações de arroz avinagrado e peixe cru”[4], “todas as preparações à base de arroz avinagrado” [5], ou apenas: “marinada de arroz no vinagre”[6].

 

            O sushi vegetariano é também muito apreciado, em combinações de arroz avinagrado com pepino, cogumelos shitake, abacate, e outros vegetais[7].

           

            O sushi poderá ter chegado ao Japão com a introdução do cultivo do arroz, no séc. IV a.C., (um caractere Chinês, ainda hoje utilizado no Japão, aparece num dicionário que se pensa ser do séc. III ou IV a.C.[8]), ou sido trazido da China por monges budistas no séc. VII d.C.. Os dois caracteres chineses que significam «peixe em conserva» e «peixe fermentado em arroz e sal», surgiram no Japão no início do séc. VIII d.C. [9]. A mais antiga forma de sushi era um meio de conservação de peixe, e não propriamente uma maneira de comer arroz[10].

 

            Deste modo neutralizavam-se as bactérias devido à reacção provocada entre o ácido láctico produzido pela fermentação do arroz cozido e os ácidos aminados das proteínas do peixe[11].

 



[1] Alfabeto simplificado Hiragana, letras "SU" e "SI". Ver HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 150.

[2] KAZUKO, Emi, Sushi, Éditions Solar, Paris, 2003, p. 11.

[3] BARBER, Kimiko, TAKEMURA, Hiroki, Sushi, Dorling Kindersley – Civilização Editores, Limitada, Porto, Agosto de 2003, p. 6.

[4] HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 150. Tradução nossa do Inglês: any of various preparations of vinegared rice and raw fish.

[5] KAZUKO, Emi, Sushi, Éditions Solar, Paris, 2003, p. 11. Tradução nossa do Francês : Au Japon, le terme de «sushi» désigne toutes les préparations à base de riz au vinaigre.

[6] KASUKO, Emi, FUKUOKA, Yasuko, La Cuisine Japonaise – Toutes Les Traditions, Les Techniques et les Recettes de cette Cuisine Intemporelle, Manise, s/ data, ISBN 2-84198-183-5, s/ local, imprimido em Singapura em Junho de 2005, p. 15. Tadução nossa do Francês : «marinade de riz dans le vinaigre»

[7] NISHIMOTO SCHINNER, Myoko, Japanese Cooking – Contemporary & TraditionalSimple Deicious and Vegan, Book Publishing Company, Summertown, Tenessee, 1999, p. 33. Tradução nossa do Inglês: Vegetarian sushi featuring cucumber, shiitake, avocado, and other vegetables are also popular.

[8] MASUI, Kazuko, MASUI Chihiro, Sushi Secrets, Hachette Ilustrated UK, Octopus Publishing Group, Ltd., London, s/ data, ISBN 13: 978-1-84430-049-5, p. 19.

[9] BARBER, Kimiko, TAKEMURA, Hiroki, Sushi, Dorling Kindersley – Civilização Editores, Limitada, Porto, Agosto de 2003, ps. 6, e 7. Neste sentido, também VARELA SOARES, Mário, Arroz Bago a Bago, Booktree – Sociedade Editorial, Lda., Novembro de 2002, p. 161, onde regista: Aparentemente foi no século VII da nossa era que os Japoneses inventaram uma fórmula artificiosa de conservar o peixe fresco durante algum tempo, cortavam-no em pequenas porções e envolviam-no em arroz cozido.

[10] HOSKING, Richard, A Dictionary of Japanese Food – Ingredients & Culture, Tuttle Publishing, Tokyo/Rutland, Vermont/Singapore, 1996, p. 105. Tradução nossa do Inglês: the most ancient form of sushi, which was a way of preserving fish rather rhan a way of eating rice. Assim também MASUI, Kazuko, MASUI Chihiro, Sushi Secrets, Hachette Ilustrated UK, Octopus Publishing Group, Ltd., London, s/ data, ISBN 13: 978-1-84430-049-5, p. 19, onde se regista: Sushi was at first a method of preserving fish.

[11] VARELA SOARES, Mário, Arroz Bago a Bago, Booktree – Sociedade Editorial, Lda., Novembro de 2002, p. 161.

2/22/2009

TESTEMUNHOS 19


SAGAN, Carl, As Variedades da Experiência Científica - Uma visão pessoal do processo de Deus, Lisboa, Gradiva, 2007 (ca. 285 pp. e 28 euros)

Albert Einstein: 
Creio que o sentimento religioso cósmico é o mais forte e nobre motivo para a pesquisa científica  (cit.pág. 22)

“Quanto mais queremos acreditar em qualquer coisa mais cépticos temos de ser” (p. 233)

“o ónus da prova [da existência de Deus – N. de Kriu] recai sobre os que afirmam que Deus existe. (…) Porque de outro modo seria muito fácil lançar opiniões, se quem as propusesse não tivesse a responsabilidade de demonstrar que são verdadeiras. Tem aqui um conjunto de trinta e uma propostas feitas por mim, e adeus!” Quer dizer, ficávamos numa situação caótica. (p. 244)

"Podemos assegurar-nos de que aqueles em quem votamos têm opiniões racionais sobre estes assuntos. Podemos esforçarmo-nos por nos assegurarmos de que há verdadeiras diferenças de opiniões entre os candidatos opostos. Podemos escrever cartas para os jornais e por ai fora. Mas, mais importante do que tudo isto, creio, cada um de nós deve munir-se de um “kit de detecção de tretas.” (…) Os governos distorcem os factos de modo a permanecerem no poder.” (pp.258,9)


É mais provável a natureza sair do seu curso ou um homem dizer uma mentira?
Thomas Paine

Humor 3 A Cruz do Emprego...

2/21/2009


Se não receio o erro, é porque estou sempre pronto a corrigi-lo.
Bento de Jesus Caraça

2/18/2009

SAÚDE 3


ALVAREZ, Jose Enrique Campillo, O Macaco Obeso, Lisboa, Dom Quixote, 2008 (Ca. 250 pp. e 13.50 euros)

 

“A medicina darwinista ou evolucionista é um ramo da ciência médica que pretende estudar a doença no contexto da evolução biológica” (p. 43)

 

“A medicina evolucionista considera que  muitas das doenças que hoje nos afectam são consequência da incompatibilidade entre a estrutura evolutiva do nosso organismo e o uso que hoje lhe damos. “(p. 45)

 

“Segunda etapa: a expulsão do Paraíso. Coincide com a perda das florestas húmidas em que evoluíram os nossos primeiros antepassados, o que aconteceu há cerca de cinco milhões de anos” (p.57)

 “Há dois  milhões de anos por causa da escassez de alimentos de origem vegetal, os nossos antepassados viram-se obrigados a alimentar-se de animais terrestres e aquáticos” (p.58)

“Hoje qualquer criança urbana gasta por semana 40 horas a ver televisão, 25 horas sentada na sala de aula e outras 10 horas entre computadores e videojogos. (…) Este fenómeno que (…) as impede (…) de exercício físico foi definido recentemente como “Nintendonização” da infância no Congresso Internacinal de Diabetes” (p.232) 

 

DESTAQUE 3


 

kriu recebeu o seguinte texto. 
Destaca-o porque expressa bem a perplexidade portuguesa. A agonia de um paradigma?

- Na escola um professor é agredido por um aluno. O professor nada pode fazer, porque a sua progressão na  carreira está dependente da nota que dá ao seu aluno. 


- Um  jovem de 18 anos recebe €200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de  reforma €236 depois de toda uma vida de trabalho. 


- Um  marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.   


- O Estado que queria gastar 6 mil milhões  de euros no novo Aeroporto recusa-se a baixar impostos, porque não tem  dinheiro. 

  

Nas zonas mais problemáticas das áreas  urbanas, existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; o Governo diz que não  precisa de mais polícias. 


- Numa empreitada pública, os  trabalhadores são todos imigrantes ilegais, que recebem abaixo do salário  mínimo e o Estado não fiscaliza.   


-  Um professor é sovado por um aluno e o  Governo diz que a culpa é das causas sociais. 


- Um  polícia bate num negro: é uma atitude racista. Um bando de negros mata 3  polícias:   não estão inseridos na sociedade. 


- O café da  esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No  Fórum Montijo o WC da Pizza Hut fica a 100 mts e nem tem local para lavar  mãos. 


O governo incentiva  as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem  coloca óleo vegetal nos carros porque não paga o ISP (Imposto sobre Produtos  Petrolíferos). 

  

- O Ministério do Ambiente  incentiva o uso de meios alternativos ao combustível. No edifício do Ministério do Ambiente não há estacionamento para bicicletas, nem se sabe de  nenhum ministro que utilize bicicleta. 


- Nas  prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV, mas como entra  droga nas prisões? 


- No exame final  de 12º ano és apanhado a copiar, chumbas o ano: O sr.Primeiro-ministro fez o  exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.   


- Um jovem de 14 mata um adulto, não tem  idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter  roubado dinheiro para droga, é violência doméstica. 


- Começas a  descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que  vem. Não pagas as finanças a tempo e horas, passado um dia já estas a pagar  juros


-  Fechas a janela da tua varanda e  fazes uma obra ilegal. 
Constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.   


- Se o teu filho  não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num
oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil. Se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou  mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe. 


Paguei 0.50€ por  uma seringa na farmácia para dar um medicamento ao meu filho, mas se fosse  drogado, não pagava nada. 




  

 





2/17/2009


SAUBIN,Neil, Quando Éramos Peixes, Lisboa, Oficina do Livro, 2008 (Ca.204 pp. e 14 euros)

“Tal como o programa espacial (dos EUA – n. de Kriu) modificou a forma como olhamos a Lua, a paleontologia e a genética, estão a mudar a forma como nos vemos a nós próprios. (…) Vivemos numa época de descoberta, em que a ciência, está a revelar o funcionamento interno de criaturas tão diferentes com as alforrecas, as minhocas e os ratos. Temos agora a solução para um dos maiores mistérios da ciência – as diferenças genéticas que tornam os humanos distintos dos outros seres vivos. (…) Não consigo imaginar coisa mais bela ou intelectualmente profunda do que descobrir a base para a nossa humanidade e os remédios para muitas das doenças que padecemos,aninhadas no interior de algumas das mais singelas criaturas que vivem no nosso planeta.”  

2/15/2009

HUMOR 3

Einstein que contribuiu para a descoberta da física quântica, a qual postula que um objecto pode estar num sitio ou noutro consoante a influência do olhar do observador, nunca acreditou nas conclusões da sua descoberta. 
Um dia com Niels Bohr, desabafou:
- Olhe lá, V. acredita que quando não olha para a Lua ela muda de sítio?
Fleumaticamente Niels respondeu:
- Como quer que saiba se, nessa altura, não estou a vê-la! 

2/14/2009

... de Gunty Trueno

Três irmãs

 

O mundo é um prato, um homem é um rato.

O mundo é pequeno, um homem é obsceno.

O mundo gira, um homem vai arder na pira.

 

Gunty Trueno

 

6 de Fevereiro de 2009

2/10/2009

CAPITALISMO 23


NAPOLEONI,Loretta, O Lado Obscuro da Economia, Lisboa, Presença, 2009 (Ca. 285 pp. e 17.50 euros)

“Quase todos os produtos que consumimos têm uma história negra oculta, que vai do trabalho escravo à pirataria, da contrafacção à fraude e do roubo ao branqueamento de capitais” (p.130)

“De acordo com as Nações Unidas, a escravatura está a aumentar a um ritno sem precedentes. «O aumento de escravatura está ligado à globalização» afirma Kevin Bales, autor do livro Ending Slavery: How We Will Free Todday’s Slaves”. (p.149)

“Os Estados-mercado desregulamentam vastas áreas de empreendimento através do abandono dos estatutos industriais.  Os programas de privatização de Tatcher e de Reagan podem ser considerados como os embriões dos Estados-mercado (…)  o desvanecer do papel do Estado enquanto protector dos direitos dos cidadãos coloca o Estado–mercado numa posição ideal para explorar os benefícios da economia marginal” (p. 263)

2/07/2009

HUMOR 3


O físico Leo Szilard anunciou certa vez ao seu amigo Hans Bethe a sua intenção de escrever um diário.

- Não tenho qualquer interesse em publicá-lo. Vou apenas registar os factos para informação de Deus.

- Não te parece que Deus já sabe quais são os factos? – Respondeu Bethe.

- Sim – Disse Szilard. e prosseguiu – Ele conhece os factos, o que Ele não conhece é esta versão dos factos.

(Hans Christian von Baeyer, Taming the Atom)


FARPAS 1


"... se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;

- mais 22,5% do que os franceses;

- mais 55 % do que os finlandeses;

- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)

2/02/2009

TESTEMUNHOS 18 Video-carta para Obama (col. de Margarida Diogo)


video-carta de uma israelita para o Obama

INFORMÁTICA 1



BAPTISTA, António, Arte Digital, Técnica de Ilustração Digital Adobe Photoshop e Amigos, Lxª,Lidel edições técnicas, 2008  (Formato álbum, muito ilustrado, ca. 160 pp. e 29.95 euros)

In contra-capa: “ Um livro dedicado à nova forma de fazer arte através de complexas equações matemáticas e mosaicos intermináveis de cores (…) de modo a obter soberbas composições gráficas. (...) Esta obra é direccionada a profissionais gráficos, ilustradores criativos, estudante com algum conhecimento de campo e curiosos que se identificam com o mundo gráfico. 

Para os mestres de artes tradicionais que receiam trocar o aerógrafo, os pincéis e a tinta por um universo de novas sensações.

Não foram esquecidos os candidatos e séniores criadores de BD e cartoon que procuram o consenso entre a rapidez e a eficácia garantida." 

2/01/2009

HUMOR 2

George W.Bush e Obama depois do jantar de recepção na Casa Branca.
Um dos convidados aproxima-se deles e pergunta-lhes:
- Sobre o que estão a conversar de forma tão animada?
- Estamos a fazer planos para a terceira Guerra Mundial, diz Bush.
- 'Uau!', diz o convidado. E quais são esses planos?
- Vamos matar 14 milhões de muçulmanos e 1 dentista, responde Bush. O
convidado parece confundido e pergunta:
- Um... dentista? Porque é que vão matar um dentista?
Obama dá uma palmada nas costas de Bush e exclama:
- Não te disse? Ninguém irá perguntar pelos muçulmanos.

1/31/2009

BIOLOGIA 4 (colab. de Ivan Barbosa)


O nosso cérebro é doido !!!

De aorcdo com uma peqsiusa

de uma uinrvesriddae ignlsea,

não ipomtra em qaul odrem as

Lteras de uma plravaa etãso,

a úncia csioa iprotmatne é que

a piremria e útmlia Lteras etejasm

no lgaur crteo. O rseto pdoe ser

uma bçguana ttaol, que vcoê

anida pdoe ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos

cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa

cmoo um tdoo.



Fixe os seus olhos no texto abaixo e deixe a sua mente lê-lo corretamente:

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4
M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R
CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45
N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O
CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M
PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R
B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
P4R4BÉN5!

1/28/2009

RELIGIÂO 1


DAWKINS, Richard, A Desilusão de Deus, Lisboa, Casa das Letras, 2008, 5ªed. (ca. 466 pp. e 20 euros)

“Uma compreensão profunda do darwinismo ensinar-nos-á a ser cautelosos em relação ao fácil pressuposto de que o desígnio [Nota de kriu: vd. Michael Behe neste blog] é a única alternativa ao acaso” (p.147)

“A selecção natural constrói os cérebros das crianças de maneira a neles incutir uma tendencia para acreditarem naquilo que os pais e chefes da tribo lhes dizem. (…) E quando a criança crescer e tiver filhos seus, ela irá provavelmente transmitir-lhes tudo – quer o bom senso, quer o disparate – com toda a naturalidade, usando o mesmo ar grave e contagiante” (p.217)

“O poder que a religião tem de consolar não a torna verdade.” (p.415)

 “Aquilo que vemos do mundo real não é o mundo real nu e cru, mas sim um modelo do mundo real, regulado e ajustado pelos dados sensoriais – um modelo que é construído de modo a ser útil à nossa relação com o mundo real. (…) um animal que voa necessita de um modelo do mundo de tipo diferente do de um animal que caminha, que trepa ou que nada” (p.438)

http://richarddawkins.net/    

sites de cura do virus da religião:

www.apostatesofislam.com/index.htm

www.homa.org

www.secularislam.org/default.htlm

 

1/25/2009

HUMOR 1


O Juíz pergunta à chorosa prostituta: 
"E quando é que a senhora foi violada?"
"Ora, Sr. Dr. Juíz, quando o banco me informou que o cheque estava careca! 


 


DIÁRIOKRIU 1


Teresa Palma Fernandes propôs o site www.rebelion e Kriu convida a visitá-lo. 

1/19/2009

TESTEMUNHOS 17


SOROS, George, A Era da Falibilidade – Consequências da Guerra Contra o Terrorismo, Coimbra, ed. Almedina, 2008 (376 pp. e ca. 19 euros)

“Associei-me também a outras pessoas para financiar iniciativas com o objectivo de convencer o Estado a legalizar a marijuana para fins médicos, exigir tratamento em vez de prisão por posse de droga (…)  Reparei que a sociedade aberta estava ameaçada nos Estados Unidos por outra tendencia: as actividades que costumavam ser vistas  como profissões estavam a transformar-se em negócios. Isto aplica-se a profissões com o direito e a medicina – já para não falar de política. Quando as profissões se transformam em negócios concentrados no lucro, as exigências profissionais ficam em perigo.

(…) a investigação é feita mais com o objectivo de gerar riqueza do que puro conhecimento, e a academia está a perder a sua identidade como um fim em si mesma.” (pp.131)

“Quando a nação mais poderosa do mundo distorce a verdade, ignora a opinião mundial e insulta o direito internacional, a ordem mundial corre um grande perigo." (p.195)

“Numa ordem mundial que consiste em Estados soberanos, os Estados Unidos enquanto potência dominante têm de se preocupar com o bem-estar da humanidade, para além do servirem os seus próprios interesses (p. 211)

“Vejo a sociedade aberta como uma sociedade relativamente estável, aberta à inovação e ao aperfeiçoamento” (p.330)

“O aparecimento de uma atitude diferente daquela que deu origem ao Plano Marshall coincidiu com a eleição de Ronald Reagan. Chamei-lhe “fundamentalismo de mercado” – uma crença de que o interesse comum é mais bem servido por pessoas que perseguem os seus próprios interesses. Segundo esta perspectiva (…) os fortes não têm de cuidar dos fracos(pp. 213)

“a sociedade civil não pode substituir os Estados soberanos, mas pode influenciar o modo como os Estados e outros agentes, como as empresas multinacionais, se comportam (p.278)[sobre a importância do indivíduo vd. Ilya Prigogine no blog – N.de Kriu]

 

 

 

1/18/2009

ANARQUISMO 3


RAGON, Michel, Dictionnaire de l’ Anarchie Albin Michel,  ed. Albin Michel, 2008  (ca. 650 pp. e 25.30 euros)

DUBUFFET, JEAN: «mes impulsions ont toujours  été, je crois, celles qui constituent la position de l’ anarchisme – avec un vif goût de fraternisations chaleureuses – bien que je n’ aie jamais eu l’ occasion de frequenter les milieux d’ anarchistes […] je ne crois pas du tout dans les vertus d’ aucun système d’ organisation sociale imposé par une constitution et par des lois […] je crois au contraire que plus il y a des lois, et plus le comportement personnel se dégrade» (p.187)

«La liberté ne doit jamais être l’ anarchie»  Victor Hugo  (p. 562)

 

 

1/15/2009

O primeiro princípio é que não se deve intrujar a si próprio, e você é a pessoa mais fácil de intrujar.

Richard P. Feynman

PORTUGAL 7


PEREIRA, Álvaro Santos, Os Mitos da Economia Portuguesa, Lisboa, Guerra e Paz editores, 2008  (ca. 222 pp. e 16 euros)

“ A Economia Portuguesa sofre de um problema crónico de incentivos distorcidos” (p. 21)

“Existem dois factores que explicam em grande parte os nossos falhançaos  organizativos e que nos distinguem dos países avançados:

1) somos uma cultura de desresponsabilização pessoal

2) temos uma cultura de reacção e não prevenção. (p. 42)

"Portugal não e um pais de salários baixos." (p. 63)

“Urge também acabar com o mito do pais dos coitadinhos. De facto (…) a rápida transformação da economia portuguesa em apenas duas décadas deveriam dar-nos a confiança de que seremos capazes de alcançar um patamar de desenvolvimento ainda mais elevado num futuro próximo”. (p. 174)

“O Algarve está a ser desperdiçado e são elevados os custos (…) dos masmarrachos quando comparados com a possibilidade de serem criadas infra-estruturas para o desenvolvimento de indústrias no solo algarvio” (p. 197)

“A reestruturação da economia portuguesa é o principal desafio que enfrentamos nos próximos anos” (p. 200)

“As alterações climáticas são (…) um dos maiores desafios que a Humanidade e a vida na Terra irá enfrentar nos próximas décadas” (p. 220)

“Alguns das nossas insuficiencias a nível de produtivivade estão relacionadas com os maus hábitos (…) tais como (…) chegarmos atrasados (…) e não planearmos adequadamente as coisas”

 

 

1/11/2009

GESTAO 14


FERRIS, Timothy, "Quatro Horas", Lisboa, Ed. Ofício do Livro, 2008 (Ca.325 pp. e 17.50 euros)

"Para gozar a vida, não precisa de disparates de luxo mas sim de controlar realmente o seu tempo e perceber que a maior parte das coisas não são tão graves como isso" (p.57)

"Rodeie-se de pessoas sorridentes e positivas (...) A felicidade partilhada na forma de amizades e amor é felicidade multiplicada (p.309)

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