4/25/2010

DESTAQUE 15 HAUTS FONCTIONNAIRES Les retraites en or de l'Europe

Lire l'intégralité du rapport : "Les retraites de nababs des hauts fonctionnaires européens"



 D'accord, rien de comparable avec les retraites en or des pdg, mais les 129 - très - hauts fonctionnaires de l'Union européenne (commissaires, juges, greffiers...) n'ont vraiment pas à se plaindre. Aucun régime de retraite de la fonction publique dans les 27 États membres n'est aussi favorable. Et pour cause, un commissaire européen, un juge, un avocat général de la Cour de justice... n'acquittent aucune cotisation, contrairement au fonctionnaire européen lambda qui, lui, verse 10,90 % de son traitement de base. 

Mais pour ce tarif zéro, les hauts fonctionnaires de l'Union bénéficient de prestations luxueuses détaillées dans un rapport que s'apprête à publier Sauvegarde Retraites, association connue pour son obstination à traquer les abus. Ainsi, quand ils abandonnent leurs fonctions, les maîtres de l'Union peuvent toucher jusqu'à 70 % d'un dernier traitement très confortable. Les émoluments de ces "superfonctionnaires" s'élèvent, en moyenne, à 21.260 euros mensuels. Au bas de l'échelle, le greffier du Tribunal de la fonction publique touche 16.327 euros. En haut, le président de la Cour des comptes perçoit 23.405 euros et celui de la Cour de justice 26.651 euros, et cela, sans indemnités et autres suppléments familiaux (par exemple, plus de 2.000 euros par mois pour 3 enfants à charge !). 

Pour obtenir les 70 % de leur dernier salaire pour leurs retraites, les hauts fonctionnaires de l'Union n'ont pas besoin de trimer 40,5 ans, comme dans le privé, en France. Il suffit de "tenir" 16 ans. La vérité oblige à dire qu'il est assez rare de parvenir à ce seuil fatidique compte tenu de la durée des mandats, mais même un court passage reste avantageux. Ainsi, Jacques Barrot, vice-président de la commission chargée des transports, au terme de seulement 5 ans de mandat, aura droit, en octobre, à une pension de 4.728,20 euros. 

Les partants peuvent espérer toucher entre 300.000 et 500.000 euros 

La vérité oblige à dire là aussi que ces retraites sont cumulables avec celles obtenues dans les pays d'origine. Et qu'en cas de départ avant l'âge - 65 ans -, les 129 privilégiés de l'Union touchent de confortables parachutes. Sous forme d'une "indemnité de déménagement", sachant que tous les coûts (transports, assurances...) sont, en plus, pris en charge par l'Union. S'ajoute une "indemnité de transition" servie mensuellement pendant 3 ans en proportion du salaire de base et de la durée du mandat effectué (40 % pour moins de 2 ans, jusqu'à 65 % au-delà de 15 ans). Une restriction toutefois : une fois le mandat achevé, si le haut fonctionnaire européen exerce une nouvelle activité, sa rémunération ne doit pas dépasser, y compris l'indemnité de transition, ce qu'il percevait à Bruxelles ou à Luxembourg. 

Au total, en cumulant les deux indemnités, les partants peuvent espérer toucher entre 300.000 et 500.000 euros, ce qui n'altère en rien les prestations de retraite à venir. Pas mal pour des responsables mieux que bien payés (le président de la Commission européenne José Manuel Barroso, avec 29.504 euros, touche plus que le président des États-Unis) et qui, le plus souvent, réintègrent leur administration d'origine, reviennent à la politique ou pantouflent dans le privé. Conclusion de Sauvegarde Retraites : "C'est un comble, l'administration européenne, garante de l'orthodoxie budgétaire et si prompte à jouer les gendarmes vis-à-vis des États membres qui ne respectent pas les principes de bonne gestion et de rigueur économique, mène, pour elle-même, aux frais des contribuables, une politique laxiste totalement coupée des réalités."


Publié le 19/05/2009 à 19:20 - Modifié le 19/05/2009 à 19:34 Le Point.fr

4/21/2010


Hobsbawm, Eric, A Era dos Extremos - História Breve do Século Vinte, 1914-1991. Lisboa: ed. Preença (Ca. 600 pp. e 32 euros)


“Morrer pela Pátria, pela Ideia! […] Não, isso é fugir à verdade. Mesmo no front, matar é o importante. […] Morrer não é nada, não existe. Ninguém pode imaginar a sua própria morte. Matar é o importante. É essa a fronteira a ser cruzada. Sim, esse é o acto concreto de vontade. Porque ai fazemos a nossa vontade de viver na de outro homem”
Carta de um jovem voluntário da República Social Fascista de 1943-45, in Pavone (1991, p. 413)


“Não sabemos para onde vamos. Só sabemos que a história os trouxe até este ponto e – se os leitores partilham da tese deste livro – porquê. Contudo, uma coisa é clara. Se a humanidade quer ter um futuro reconhecível, não pode ser pelo prolongamento do passado ou do presente. Se tentarmos construir o terceiro milénio nessa base, vamos fracassar. E o preço do fracasso, ou seja, a alternativa para uma mudança na sociedade, são as trevas” (p. 567)

CITAÇÃO 2

“Não posso dar-vos uma formula à prova de fogo para o sucesso, mas posso dar-vos uma para o fracasso: tentem agradar sempre a toda a gente”

Herbert B. Swope (vencedor prémio Pulitzer)

4/19/2010

PORTUGAL 11

GODINHO, Vitorino Magalhães, Os Problemas de Portugal, Mudar de Rumo. Lisboa: ed. Colibri (Ca. 127 pp. e 7.50 euros)


“Escreveu Jacques Attali que não devemos perder tempo a atacar os jogadores, mas sim a mudar as regras do jogo. O que chamamos corrupção não passa, salvo casos precisos, de regular funcionamento da economia na sua estrutura actual,” (p.78)

“Porque é que existe [a criminalidade juvenil] e se espalha cada vez mais, e ganha categorias de idade que são já infantis? Incontestavelmente está em causa a sociedade, desconjuntada, sem um leque de valores, tendo como eixo a irresponsabilidade, a precariedade da família, o laxismo da escola, o receio de reprimir e de impor normas e, por último, não em grau inferior, o formidável mercado que a juventude e mesmo a infância veio a constituir para um hiper-capitalismo a braços com a contracção de procura. (…) Dada a situação a que se chegou, o problema não se resolve com lares de acolhimento e reeducação - sem renunciar à repressão – a qual tem de abranger idades inferiores à que dantes considerávamos (admita-se 12 anos, no mínino 14). (pp. 78,9)


“A Europa não se faz, não deveria estar a fazer-se, por agregação inconsiderada de novos estados. Ou se constrói como civilização de mentalidade científica, da prevalência do interesse público e da democracia plena ou não será a Europa. (…) O inglês é uma língua importante, sem dúvida, mas não pode eliminar o francês, culturalmente insubstituível, ou as outras línguas nacionais. Os parolos cá da terra é que julgam que se tornarão cultos se fizerem reuniões em inglês, e até darem as aulas nesse idioma."

4/16/2010

Enquanto andando pela rua um dia um "membro do Parlamento" é tragicamente atropelado por um caminhão e morre.



A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.

'Welcome to heaven ", diz São Pedro ... "Antes que você entre, parece que há um problema. Raramente vemos um alto funcionário em torno destas peças, você vê, por isso não está certo o que fazer com você. "

"Não tem problema, só me deixar entrar", diz o homem.

"Bem, eu gostaria, mas tenho ordens superiores. O que vamos fazer é você passar um dia no Inferno e um no céu. Então você pode escolher onde quer passar a eternidade. "

"Realmente, eu fiz a minha mente. Eu quero estar no céu ", diz o MP.

"Sinto muito, mas temos as nossas regras. '

E com isso, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. A distância é um clube e de pé na frente dele estão todos os seus amigos e outros políticos que haviam trabalhado com ele.

Todos muito felizes em traje social. Correm para cumprimentá-lo, apertar sua mão, e relembrar os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo.

Jogam uma partida amistosa de golfe e depois comem lagosta e caviar.

Também está presente é o diabo, que é realmente um cara muito amigável e simpático, que tem o tempo todo dançando e contando piadas. Eles estão tendo um tempo tão bom que, antes que ele perceba, já é hora de ir.

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe ....

O elevador sobe, sobe, sobe ea porta abre no céu, onde São Pedro está esperando por ele.

"Agora é hora de visitar o céu."

Assim, passa 24 horas com o MP ingressar em um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Eles têm um bom tempo e, antes que ele perceba, as 24 horas se passaram e São Pedro retorna.

"Bem, então, você passou um dia no Inferno e outro no céu. Agora escolha a sua casa eterna. '

A MP pensa um minuto e responde: "Bem, eu nunca teria dito isso antes, eu quero dizer o céu é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno. '

Então São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.

Agora, as portas do elevador se abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.

Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos de lixo cai de cima.

O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro. "Eu não entendo", gagueja o MP. 'Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe e clubhouse, e comemos lagosta e caviar, champagne bebeu, e dançaram e se divertiram muito .. Agora há apenas um terreno baldio cheio de lixo e meus amigos arrasados.

O que aconteceu? '

O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz: "Ontem estávamos em campanha ... ...

Hoje você votou....

4/15/2010

TESTEMUNHOS 19



David Barsamian entrevista Edward W. Said. Lisboa: Campo das Letras, 2004 (Ca. 198 pp. e 15.75 euros)

“Tenho sido incapaz – escreve Edward W. Said “de viver uma vida descomprometida ou suspensa: nunca hesitei em declarar a minha filiação numa causa extremamente impopular” (p.9)

“Peso que a definição de terror e terrorismo deve tornar-se mais precisa, a fim de nos tornar capazes, uma vez que gozamos de um poder tão grande enquanto nação, de distinguir entre, por exemplo, aquilo que os palestinianos fazem para lutar contra uma ocupação militar israelita, que continua a fazer-se sentir desde há quase trinta e cinco anos, e o terrorismo de tipo daquele que teve por desfecho o ataque contra o wordl trade center. De resto há também terrorismo de Estado” (p. 104)

"O terrorismo transformou-se numa espécie de cortina que foi montada desde o fim da Guerra Fria pelos arquitectos das políticas de Washington, bem como por um grupo inteiro de pessoas como Samuel Huntington e Steve Emerson (...)É uma ilusão concebida para manter a população amedrontada, insegura e para justificar tudo o que os Estados Unidos querem fazer a nível global” (p. 86)

"(…) o Islão é caracterizado como uma religião violenta. E é óbvio que os acontecimentos dos últimos anos reforçaram esta ideia. Tentar esclarecer as coisas é um gesto condenável. Esta maneira de ver é-nos hoje imposta por ex-esquerdistas como Christopher Hitchen, Michael Ignatieff e Michael Walzer que se associaram a uma (…) extraordinária campanha destinada a mostrar que o terrorismo é inerente ao Islão, que se enraíza na sua natureza essencial” (p. 132)

4/14/2010

Para Jaime Salazar Sampaio (5 de Maio de 1925 / 13 de Abril de 2010)

DESTAQUE 19 - Extracto de carta do meu ex-colega de liceu João Martinho

Caro Carlos Melo:




Conforme nossa conversa (…) abaixo envio texto do projecto do Villaret que espero, possa merecer a tua divulgaçao.
Um Abraço
João Martinho


Caro Amigo

Como já deve saber estamos a desenvolver no Villaret um projecto que
se chama "Ler o Mundo em Português".
Como projecto independente ele só poderá sobreviver se contar com a
cumplicidade de todos aqueles que sentem a importância estratégica do
projecto cultural e artístico centrado no universo da língua
portuguesa e capaz de fazer pontes entre os diferentes criadores que,
por todo o mundo, pensam o mundo em português.
A cumplicidade que lhe pedimos é que nos ajude a mobilizar os 10.000
espectadores que necessitamos para que o projecto seja autosuficiente.
(…) E é tão fácil mobilizar 5 dos seus amigos para vir
ao teatro, e para vir ver um musical com a qualidade que nós esperamos que
tenha "O Que Faz Falta"
Obrigado.

"O Que Faz Falta", o primeiro espectáculo do projecto que nós propomos
desenvolver no Teatro Villaret, é um musical com canções de Zeca
Afonso e Chico Buarque, a partir da Fuenteovejuna de Lope de Veja.  

"O Que Faz Falta" [quer] (…)  provocar uma reflexão em português sobre as múltiplas formas de se sair da crise e inventar um outro futuro, (…) o teatro




só tem sentido se falar e questionar o seu tempo.

“O que faz falta” conta a história da revolta do povo de Fuenteovejuna
contra um comendador déspota e violador. Esta é a essência da história
que Lope de Vega escreveu (…) no início do séc. XVII.
Integramos nesta história as músicas de Zeca Afonso e Chico Buarque
(…) Tal como em 1600 o povo de Fuenteovejuna se revoltou contra o
comendador, tal como nos anos 60 e 70 Zeca Afonso e Chico Buarque
lutaram contra a ditadura, queremos que hoje cada um de nós tenha
consciência do que faz falta para inventar um outro tempo.

(Até 16 de Maio, de quarta-feira a sábado, às 21h30 e domingos às 17 horas)

Preço: 15€.




Contactos:




Teatro Villaret
Bilheteira: 21 353 85 86 / 962199978





4/13/2010

TESTEMUNHOS 18

CLEMENTS, Alan, Aung San Suu Kyi, A Voz da Esperança. Colares: Pedra da Lua, 2009 (Ca. 310 pp. e 21 euros)

“Nunca me vi uma pessoa particularmente corajosa. (…) [vejo-me] como alguém perseverante. Não renuncio. Quando digo «não renuncio» não estou a falar de não renunciar a trabalhar pela democracia. A isso é evidente que não renuncio, tal como não renuncio a tornar-me uma pessoa melhor”  (p. 68)

“Talvez [o ditador] não tenha nada a ver com a própria execução e talvez nem pense nela no dia seguinte. Porém, o facto de ter mandado executar outro homem significa que a sua sensibilidade endureceu muito. (…) Sempre que fizer qualquer coisa a alguém também o faz a si próprio. “ (p. 86)

“(…) não há nada com que valha a pena emocionar-se excessivamente.” (p. 126)

“Algumas [pessoas] quando se sentem magoadas [com a verdade] analisam a fonte da dor e aprendem a lidar com ela racional e inteligentemente, enquanto outros se tornam violentos e atacam aqueles que as rodeiam, sem se preocuparem em saber se foi dor causada por eles próprios ou pelos outros.” (p. 191)

“Terá de aprender a viver e lidar com a luz, a ver em vez de não ver.” (p.197) 

POEMA 17 NATÁLIA CORREIA

O Livro dos Amantes, 2

“Harmonioso vulto que em mim se dilui.
Tu és o poema
e és a origem donde ele flui.
Intuito de ter. Intuito de amor
não compreendido.
Fica assim amor. Fica assim intuito.
Prometido”

4/07/2010

GESTAO 18

GODIN, Seth, Tribos – Precisamos de um líder. Alfragide: ed. Lua de Papel (Ca. 140 pp. e 12 euros)

“Se não se sentirem desconfortáveis no vosso trabalho como líderes, é quase certo que não estão a alcançar o vosso potencial máximo como líderes” (p. 54)

“A primeira coisa que têm de saber é que as pessoas hoje em dia têm muito mais poder (…) A segunda coisas (…) é que a única coisa que vos impede de serem mais uma daquelas pessoas que fazem a mudança é isto: falta de fé. Fé em como são capazes. Fé em como vale a pena. Fé em como os fracassos não vos vão derrubar” (p. 68)




“Defino pastar como o resultado de se contratarem pessoas que foram educadas para serem obedientes e de se lhes darem trabalhos idiotas e incutir a dose de medo necessária para as manter na linha” (p.90)

“Se ninguém se importa, então não temos tribo. Se não nos importamos (…) é impossível liderarmos” (p.115)


4/06/2010

CITAÇÃO 1

    Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo… e,  já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.

José Saramago – Cadernos de Lanzarote - Diário III – p. 148

4/05/2010

PORTUGAL 10

VALADAS, Jorge, A Memória e o Fogo. Lisboa: Ed. Livraria Letra Livre, 2010 (ca. 157 pp. e 12 euros)
“O sucesso da «modernidade» nas sociedades pobres do Sul da Europa, reside justamente na capacidade de fazer coexistir duas formas de miséria (…) a miséria alienada do consumidor moderno com a dos que se mantêm privados desse estatuto. Registando-se todavia uma constante neste processo: continua a aumentar a diferença entre ricos e pobres – entre a nova classe média e os desfavorecidos” (p. 58)

“ (…) a corrente anarquista e sindicalista revolucionária maioritária no início do século XX, portadora de um projecto utópico de igualdade social. No decurso dos três primeiros quartéis do século XX as classes dirigentes portuguesas empenharam-se em esmagar essa corrente crítica, altiva, voluntária e subversiva (…) procurando reduzir novamente a imagem do povo explorado ao estereótipo do Zé Povinho. Mas quando esses valores já tinham sido considerados definitivamente extintos, eles voltaram a emergir logo que a canga autoritária foi arrancada pela revolução dos cravos. Coube então ao PCP, que ao longo da repressão salazarista havia capitalizado a energia subversiva popular, a tarefa de abafar tudo o que pudesse remeter para a ideia de auto-emancipação. (…) No seu tempo Antero havia já entrevisto o lado efémero da revolta nos territórios peninsulares «[A] monarquia acostumando-o à inércia que espera tudo de cima, obliterou o sentimento instintivo da liberdade, quebrou a energia das vontades, adormeceu a iniciativa; quando mais tarde lhe deram a liberdade não a compreendeu, (…) nem soube usar. As revoluções podem chamar por ele, sacudi-lo com força; continua dormindo sempre o seu sono secular!”

Arquivo do blogue