2/12/2010
DESTAQUE 11 Alain Delon" Quem tortura um animal é capaz de torturar uma pessoa"
2/10/2010
TESTEMUNHO 25

PUNSET, Eduardo, Frente a Frente com a Vida, a Mente e o Universo. Conversas com os Grandes Cientistas do Nosso Tempo. Lisboa: Dom Quixote, 2009 (ca. 420 pp. e 18 euros)
“Pensar é um processo espontaneo, tal como respirar. Querer ter pensamentos positivos e evitar os negativos faz com que os negativos se tornem mais intensos, e acumular-se muito stress. Ou seja, a vontade de pensar apenas nas coisas positivas é muito stressante.
(DEEPAK, Chopra, p. 186,7)
(Jordi Sabater, p. 282)
2/02/2010
DESTAQUE 11 Sismo no Haiti em busca de autor?
Localização, profundidade e abrangência do sismo:
Aparentemente, localizou-se o epicentro mesmo junto à capital (vd. ficheiro Intensity.jpg), não tendo repercussões de monta para além de um raio de pouco mais de 50 km, facto inverosímil para um abalo desta magnitude.
Não há notícias de estragos ou vítimas na República Dominicana - que partilha com o Haiti a mesma ilha - ou em Cuba.
O abalo dá-se longe das grandes falhas tectónicas que passam entre Cuba e o Haiti (vd. Haiti sismo.jpg).
O grande abalo como as réplicas concentraram-se na mesma área, a 10 km de profundidade, tal como numa série de outros sismos posteriores, do Irão à Argentina (vd Sismos TODOS a 10 km de profundidade.doc). A probabilidade disto acontecer é muito remota.
Nenhum dos «resorts» turísticos do Haiti ou da República Dominicana foi danificado, apenas a capital arrasada, tendo toda a energia do sismo sido aí descarregada.
Recorde-se que o sismo de Lisboa, em 1755, teve o epicentro a 200 km a SW do cabo de S. Vicente, e o abalo arrasou praticamente Portugal (muito maior que o Haiti) e parte de Espanha e Marrocos).
Teria o sismo do Haiti sido verdadeiramente um «sismo» ou o abalo provocado por outros meios?
E as dezenas de réplicas todas no mesmo sítio, à mesma profundidade, como o desabar parcial de uma mega-caverna deixada por uma explosão?
Alguém, afinal, se candidata a autor do sismo no Haiti?
1/29/2010
TESTEMUNHO 24 Jack D. Hodge

Quem sou eu?
Eu sou a tua companhia constante.
Eu sou fácil de gerir - basta simplesmente seres firme comigo.
Eu não sou uma máquina embora trabalhe com a precisão de uma máquina, acrescida de inteligência humana.
Podes gerir-me com vista ao lucro ou à ruína. Para mim, não faz diferença nenhuma.
Toma-me, treina-me, sê firme comigo e colocarei o mundo aos teus pés.
Quem sou?
Sou o... HÁBITO
1/20/2010
TESTEMUNHO 23

MAALOUF, Amin, Um Mundo sem Regras. Lisboa: Difel, 2009 (ca. 280 pp. e 15 euros)
“É a ausência de uma instituição papal capaz de traçar a fronteira entre a política e o religioso que, na minha opinião, explica a deriva que afecta o mundo muçulçano” (p. 205)
"os únicos verdadeiros combates que merecem ser travados pela nossa espécie no decurso dos próximos séculos serão científicos e éticos. Vencer todas as doenças (…) libertar os homens da necessidade e da ignorância, facultar-lhes graças às artes, aos saberes e graças à cultura a riqueza interior (…) procurando não comprometer a sobrevivencia do solo onde pomos os pés” (p. 217)
Chegou o momento de transcender todas elas [as civilizações] para construir pouco a pouco uma civilização comum, baseada nos dois princípios intangíveis e inseparáveis que são a universalidade dos valores essenciais e a diversidade de expressões culturais” (p. 271)
1/07/2010
APELO 1 - Gatos Errantes

S O S TEMPESTADE
Na madrugada de 24 de Dezembro de 2009, a tempestade que assolou a região Oeste não poupou o Refúgio da Associação Gatos Livres
Aquilo que era o lar de 53 gatos resgatados da rua, a maior parte doentes, ficou reduzido a um monte de escombros. A vedação, constituída por um muro, rede e, no cimo, chapa em forma de V para impedir os gatos de saírem, foi completamente derrubada e as cabanas de madeira, pesadíssimas, voaram!!!
Dezenas de gatos esperavam sobre os muros rachados e sobre os telheiros milagrosamente de pé, sem arredar pata da sua casinha onde horas antes tinham abrigos, árvores, tranquilidade e segurança.
Apanhámos de imediato a maioria, pequenos selvagens que, na sua aflição, se dirigiram sem hesitação a nós em busca de socorro.
Mais tarde, capturámos com armadilha outros que não se tinham deixado apanhar.
Neste momento, faltam ainda 3 à chamada.
Os outros encontram-se em segurança nos isolamentos, que, baixos e construídos em rede, foram poupados a tanta destruição.
Pela primeira vez na sua existência, os Gatos Livres pedem a ajuda de todos para reconstruir este sonho.
NIB: 0033 0000000 34580820-18
IBAN: PT50 0033 0000 0003 4580 8201 8
SWIFT: BCOMPTPLCom a indicação "Apoio à reconstrução" e, se possível, um mail de aviso para: gatoslivres@errantes.org
OBRIGADA !!!
12/29/2009
PORTUGAL 9
CARREIRA, Medina e COSTA, Ricardo, O Dever da Verdade. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 2005, 2ª ed. (Ca. 135 pp. e 15 euros)
“Em suma e em geral afigura-se-me que elas [«Novas Oportunidades»] se revestem de vícios que usualmente acompanham quase todo o nosso ensino nos seus vários sectores e níveis: facilidade e desleixo e dinheiro a mais, exigência a menos, desorganização, irresponsabilidade, ausência de avaliação e de resultados, dissipação de meios, preocupação estatística, desprezo pela qualidade e pelo mérito” (p. 65)
TEXTO de Gonçalo Luis Barra
Pura Poesia coisa de anjos caídos já se vê
Vertigem duma queda à procura do porquê
Um pássaro sem asas que se imagina voar
Crendo trazer vida a queda que o vai matar
Uma mentira ébria imergente em gravidade
Cerra os olhos e na queda imagina-se subir
Crendo-se a Lua de mão dada à Eternidade
Quero respirar a prosa fresca em vales verdejantes
Cheirar a vida em flor marcada na pele dos amantes
12/25/2009
DESTAQUE 11 Fábula do Porco-espinho

12/24/2009
12/20/2009
DESTAQUE "Petição por Copenhaga"
12/15/2009
POEMA 16 - Textos de Gonçalo Luis Barra
Lua
Vi o teu corpo levantar-se lavado em orvalho,
Com pétalas de margarida marcadas na pele
E no cabelo, solto e luminoso como a Lua,
Espelhada na curva linha das tuas coxas,
Na cava linha da tua cintura, no vaivém
Dos teus ombros e seios passa o orvalho,
Mergulhando em si precipita-se doce,
Em trémulas grainhas e gotas salgadas
Ferem os olhos que choram e a boca mordida,
Pelo marfim e mel do teu beijo, do teu sagrado desejo.
Mulher azul
Vi-te naquela noite tingida de azul marinho
Num tom nocturno misto de blues e névoa
A diluir conversa numa maré de burburinho
A tua mão pendia e brilhavam os teus olhos
Num branco muito aceso que parecia o luar
Riso de quebra-gelo a navegar nos escolhos
Por entre o ritmo das ondas aparecias tu Rosa
Dos Ventos embalada em nocturnas fantasias
E dos teus lábios sábios versos mais que prosa
Exalavam exóticos perfumes secretas maresias
Silêncio
Num mar de sal seco em meados me vejo
E sobem-me lágrimas dum incensário vivo
Caiou-me os lábios a serpente do teu beijo
O silêncio das tuas palavras a penas estivo
Pois me vergo de quebranto num harpejo
E morro com cada sílaba que de ti me privo
Preciso de cataratas de palavras soltas pelo coração
Raios de sílabas em cada amanhecer do teu sorriso
Vales de eterna poesia em cada estrofe do teu siso
Sem
Perdida do tempo em palavras escritas
Não deram por perdido tempo as rezas
Promessas entre beijos sufocados ditas
Só a paixão rouba ao amor suas belezas
Céus servidos dos sentidos como mesas
Travessas de amor ao prazer sacrificado
Já só na dieta dos amantes há surpresas
Carnes em vinho com pétalas de pecado
Vinho em vez de lágrimas te suplico amante
Rosas em vez de pão encomendo eu apenas
Que lágrimas e amor não deixam ver adiante
Estrela do Mar
Alongado corre o mar pelo desejo infinito de entrar em ti
Um choro de espuma crepita na saudade dos meus dedos
E suspensa a maresia no meu peito sinto algas que toquei
Inspiro inebriado odores de carmim onde perdi os medos
Uma voz fresca rola nas ondas que me inundam os passos
Suspenso no azul o aceno das gaivotas desenha-te o olhar
E as dunas o teu seio esculpido a cinzel pelas mãos do mar
Terno como a brisa que suspira o sabor dos leves cansaços
Minha Estrela do Mar vem entrelaçar os teus braços nos meus dedos
Deixa-me sentir a fina areia do teu seio e as algas rosas onde dormes
Quero fechar os olhos e ver os teus no céu azul a adivinhar segredos
Urgência
Como se eu pudesse adivinhar entre as dobras da tua pele
Um coração que vê o mar e sente a brisa afagar-lhe o rosto
Como se as minhas mãos fossem água e a minha boca mel
Docemente a imergir até o ventre te estalar cheio de mosto
Estou dentro de ti sem começo permeio nem acabamento
Uma andorinha na busca eterna do sol a brilhar na tua alma
Serei em ti sempre nada mais do que a brisa dum momento
Um doce beijo no veludo do teu seio ao final da tarde calma
Festejo o calor do vento que te lambe o corpo a alma e as entranhas
A força do fantasioso ritmo que te entontece os pés e levita o desejo
Que tua boca amor reencontre fome de colher da andorinha um beijo
Borboletas
Do sangue vermelho surgem borboletas de todas as cores
Como se o teu magenta fosse o branco eterno e completo
Um Sol a desvendar em si o espectro do cabo além dores
A Boa Esperança enfeitada por asas de cromático dialecto
Não vejo drama na borboleta pousada no cerejo fontanário
Nem a vergonha brota dos vulcões sob o leito onde se esvai
Onde a coragem ordenou lavrar sobre a pele o seu glossário
Sílabas de fogo guardadas pelos Deuses quando a noite cai
Não pedem meu perdão as marcianas borboletas que o teu rio enfeitam
Não escuto o prenúncio da azáfama sanguinosa dos abutres em festim
Só ouço o mensageiro vento a passar por nossas vidas e à vida dizer sim
Suposições eléctricas
Suponho que me leias hoje, ao longe
Mais uma vez, ao longe, pela fractura
Eléctrica, que entre nós teima e dura
Eléctrico de nós, solavancos e loucura
Rosa
Pousei nas tuas mãos uma rosa rara
Deixei cair certa mentira pura e cara
A dura côdea que me sustem a alma
Morna jaze na concha da tua palma
Guarda bem esse pão que é meu tesouro
Afaga no teu regaço essa rosa minha dona
E dona minha te suspiro que silêncio é ouro
Credo
Acredito em ti, tanto que nem acredito,
Nesse ouro de palavras sobre o meu peito,
Quero caminhar à chuva desse sol aflito,
Acreditar que o meu ser em ti é ser perfeito.
Se até ao arco-íris te vou viver de memória, imperfeito,
A promessa do ouro é um diamante desenhado a carvão,
O labirinto de dor e alegria que há-de ser um mar de rosas em botão.
Espera
Saudade é um tempo que fica à espera do tempo
É a humidade da areia que fica na baixa das marés
É a vontade presa na véspera eterna do momento
É não ter fonte que traia uma sede triste de alegria
A saudade é uma lágrima que cola a alma ao vento
E não seca com sede de viver nem sol do meio-dia
Rever-te
Não quero dizer palavras ditas mas rever-te
Como te revi nas copas dos serenos bosques
Na luz do canal onde ver a vida era sentir-te
Como o Sol sobre a estação que tu te mostres
Quero ter comigo o teu olhar puro e quente
Esse aconchego verdejante à solta no jardim
Quero sentir o coração forte que não mente
Da minha vida a procurar a tua num sem-fim
Por isso quero que vivas neste dia que é teu como as marés
Quando retornas à chegada e te largas à doce barca do luar
E navegas ao cabo de cada vida que sonhaste e esse sonho és
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