
MOTL, Lubos, Equação Bogdanov, O Segredo da Origem do Universo, Lisboa, ed. Esfera do Caos, 2008 (Ca. 224 pp. e 22.70 euros)

MOTL, Lubos, Equação Bogdanov, O Segredo da Origem do Universo, Lisboa, ed. Esfera do Caos, 2008 (Ca. 224 pp. e 22.70 euros)

NAPHY, William, Born to be gay, História da homosexualidade, Lisboa, Ed. 70, 2006. (Ca. 300 pp. e 20 euros)
“O aspecto mais relevante do mundo anterior ao advento da lei mosaica (as leis que Deus outorgou aos Israelitas através de Moisés, começando pelos Dez Mandamentos) é o facto de poucas culturas demonstrarem qualquer preocupação «moral» significativa com as relações entre pessoas do mesmo sexo” (p.19)
E deixa a pila aprender uma função que desconhece.
Estão a tecer o véu para a tua noiva,
E preparam já a donzela, em breve a noiva cortará o cabelo dos teus rapazes.
Ela deixará que o marido ansioso a sodomize uma vez,
Enquanto temer as primeiras feridas dessa estranha “arma”
Mas a ama e a mãe impedirão que isso aconteça mais vezes
E dirão: «esta rapariga é a tua esposa, não o teu rapaz»
Ai de ti, quantas perplexidades,
Quantos trabalhos sofrerás
Se a cona for coisa estranha para ti.

Avessa ao contacto com os jornalistas e sem interesse pelo fotojornalismo, a fotógrafa tornou-se conhecida em meados do século XX ao captar a preto e branco cenas fugazes nos bairros novaiorquinos de Harlem, Yorkville e Lower East Side.
Os protagonistas das suas fotografias são os transeuntes e, em primeiro lugar, as crianças.
Ficaram célebres duas fotografias a preto e branco que tirou em finais dos anos 30, princípios de 40: numa, três rapazes saem de casa para pedir rebuçados para a festa de Halloween e na outra quatro raparigas caminham pelo passeio com o olhar fixo em cinco bolas de sabão que sobem no ar.
Teresa Palma Fernandes

KLEIN, Stefan, Como o Acaso Condiciona as Nossas Vidas, Porto, Asa Editores, 2008 (Ca.430 pp. e 15 euros)


POLLAN, Michael, O Dilema do Omnívoro, Lisboa, Dom Quixote, 2009 (Ca. 432 pp. e 22 euros)
“O escritor inglês John Berger escreveu um ensaio intitulado «Why Look at Animals?» no qual sugeriu que a perda de contacto diário dos homens com os animais (…) nos deixou bastante confusos relativamente aos temas da nossa relação com outras espécies” (p. 313)
«o funcionamento de uma quinta não se adapta a operações de grande escala pelas seguintes razões: diz respeito a plantas e animais que vivem, crescem e morrem» (cit. p. 220)

PHILLIPS, Adam, Monogamia, Coimbra, Angelus Novus editores, 2008. (Ca. 134 pp. e 12.80 euros)

TODD, Emmanuel, Após o Império – Ensaio sobre a decomposição do sistema americano, Lisboa, Ed. 70, 2002 (ca. 200 pp. e ca. 15 euros)
(…) A tendencia para a estagnação da procura resultante do comércio livre e da compressão dos salários é uma evidencia, o que explica a diminuição regular das taxas de crescimento mundial e as suas recessões cada vez mais frequentes. (..) Porque é realmente a estagnação da procura à escala mundial que permite aos Estados Unidos justificar o seu papel de regulador e de predador da economia “globalizada” e que os autoriza a assumir e reivindicar a função de um Estado keynesiano planetário.
(…) Esta evolução imperial da economia, que não deixa de lembrar a de Roma logo após a conquista da bacia mediterrânica, afectou de maneiras diferentes os diferentes sectores da sociedade e da economia americana. A indústria e a classe operária até então considerada integrada nas classes médias foram atingidas em cheio. A sua desintegração parcial lembra a do campesinato e do artesanato romanos, destruídos pelo afluxo dos produtos agrícolas ou dos objectos vindos da Sicília, do Egipto ou da Grécia. No caso dos operários americanos doa anos 1970/1990 podemos falar de empobrecimento relativo e por vezes absoluto.
(…)O prodigioso aumento dos rendimentos da parte superior da sociedade americana não pode explicar-se sem o recurso ao modelo imperial, tal como a estagnação ou o crescimento muito modesto de rendimentos da maior parte da população.” (pp. 78 a 81)


BONSTEIN, David, Como Mudar o Mundo - Os Empreendedores Sociais e o Poder das Novas Ideias, Lisboa, Oficina do Livro, 2007. (Ca. 425 pp. e 22 euros)

Penso que poderia modificar-me e viver com os animais,
Quando me detenho a contemplá-los demoradamente,
Alheios por condição a queixas e fadigas
Não estão acordados de noite a chorar os seus pecados,
Não me incomodam a discutir os seus deveres para com [Deus
Nenhum está descontente, nenhum endoidece com a mania [de possuir bens,
Nenhum se ajoelha perante outro nem perante
Antepassados que viveram milhares de anos atrás dele
Nenhum é respeitável ou infeliz para o universo [inteiro.
Walt Whitman

(Espectáculo para 12 anos)

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Huller, David, 365 Ideias Para Mudar o Mundo – Como o meu contributo pode fazer a diferença no dia-a-dia, Lisboa, Idbooks, 2009 (Formato pequeno, ca. 251 pp. e 13. 30 euros)
“Comece primeiro por si: faça por não morrer jovem. Pequenas mudanças no seu estilo de vida podem ter recompensas enormes” (p.176)
www.sites.comunidades.net (ensina a criar sites)