
KLEIN, Stefan, Como o Acaso Condiciona as Nossas Vidas, Porto, Asa Editores, 2008 (Ca.430 pp. e 15 euros)

KLEIN, Stefan, Como o Acaso Condiciona as Nossas Vidas, Porto, Asa Editores, 2008 (Ca.430 pp. e 15 euros)


POLLAN, Michael, O Dilema do Omnívoro, Lisboa, Dom Quixote, 2009 (Ca. 432 pp. e 22 euros)
“O escritor inglês John Berger escreveu um ensaio intitulado «Why Look at Animals?» no qual sugeriu que a perda de contacto diário dos homens com os animais (…) nos deixou bastante confusos relativamente aos temas da nossa relação com outras espécies” (p. 313)
«o funcionamento de uma quinta não se adapta a operações de grande escala pelas seguintes razões: diz respeito a plantas e animais que vivem, crescem e morrem» (cit. p. 220)

PHILLIPS, Adam, Monogamia, Coimbra, Angelus Novus editores, 2008. (Ca. 134 pp. e 12.80 euros)

TODD, Emmanuel, Após o Império – Ensaio sobre a decomposição do sistema americano, Lisboa, Ed. 70, 2002 (ca. 200 pp. e ca. 15 euros)
(…) A tendencia para a estagnação da procura resultante do comércio livre e da compressão dos salários é uma evidencia, o que explica a diminuição regular das taxas de crescimento mundial e as suas recessões cada vez mais frequentes. (..) Porque é realmente a estagnação da procura à escala mundial que permite aos Estados Unidos justificar o seu papel de regulador e de predador da economia “globalizada” e que os autoriza a assumir e reivindicar a função de um Estado keynesiano planetário.
(…) Esta evolução imperial da economia, que não deixa de lembrar a de Roma logo após a conquista da bacia mediterrânica, afectou de maneiras diferentes os diferentes sectores da sociedade e da economia americana. A indústria e a classe operária até então considerada integrada nas classes médias foram atingidas em cheio. A sua desintegração parcial lembra a do campesinato e do artesanato romanos, destruídos pelo afluxo dos produtos agrícolas ou dos objectos vindos da Sicília, do Egipto ou da Grécia. No caso dos operários americanos doa anos 1970/1990 podemos falar de empobrecimento relativo e por vezes absoluto.
(…)O prodigioso aumento dos rendimentos da parte superior da sociedade americana não pode explicar-se sem o recurso ao modelo imperial, tal como a estagnação ou o crescimento muito modesto de rendimentos da maior parte da população.” (pp. 78 a 81)


BONSTEIN, David, Como Mudar o Mundo - Os Empreendedores Sociais e o Poder das Novas Ideias, Lisboa, Oficina do Livro, 2007. (Ca. 425 pp. e 22 euros)

Penso que poderia modificar-me e viver com os animais,
Quando me detenho a contemplá-los demoradamente,
Alheios por condição a queixas e fadigas
Não estão acordados de noite a chorar os seus pecados,
Não me incomodam a discutir os seus deveres para com [Deus
Nenhum está descontente, nenhum endoidece com a mania [de possuir bens,
Nenhum se ajoelha perante outro nem perante
Antepassados que viveram milhares de anos atrás dele
Nenhum é respeitável ou infeliz para o universo [inteiro.
Walt Whitman

(Espectáculo para 12 anos)

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Huller, David, 365 Ideias Para Mudar o Mundo – Como o meu contributo pode fazer a diferença no dia-a-dia, Lisboa, Idbooks, 2009 (Formato pequeno, ca. 251 pp. e 13. 30 euros)
“Comece primeiro por si: faça por não morrer jovem. Pequenas mudanças no seu estilo de vida podem ter recompensas enormes” (p.176)
www.sites.comunidades.net (ensina a criar sites)

WAGNER, Pierre (dir) AAVV Les Philosophes et la science, Paris, Galimard, 2002 (Ca. 1120 pp.e 13.75
euros)
“Pour les empiristes logiques comme por d’ autres philosophes de courants analytiques, la science n’ est pas conçue como uma activité, ni comme une modalité particulière de la connaissance, mas como un ensemble d’ ennoncés dont on interroge la structure logique et la signification. Les travaux de Frege, Russell et Wittgenstein sur la logique et les fondements des mathématiques sont souvent considerées como étant l’origine de la philosophie anaytique des sciences, fortement marquée par «le tournant linquistique de la philosophie» (Introduction, P.W., p. 44)
SACKS, Oliver, Musicofilia, Lisboa, Relógio d’ Água, 2008 (ca. 372 pp. e 18 euros)
“O meu interesse por alucinaçoes musicais remonta a mais de trinta anos atrás (…) São muitas e variados os factores que nos podem predispor para as alucinações mentais” (p. 73)