5/06/2007

EXPOSIÇÃO 1

BODIES - The Exhibition, da empresa Premier Exhibitions, palácio dos Condes do Restelo, Rua da Escola Politécnica, até Outubro.
Permite uma aprendizagem do corpo humano que possívelmente só a visão in loco de uma autópsia poderá suplantar. E é tudo tão dissecado - excepto na sala dos fetos - que quase nem lembramos que os "especimes", como são referidos os corpos, foram gente como nós.
Quando a visitei (primeira manhã da exposição) dois cartazes ingleses ainda não estavam traduzidos, segundo parece por problemas de última hora com a respectiva impressão.
Os vasos sanguíneos são uma lindeza!
Gostaria que o título da exposição tivesse sido traduzido no grande cartaz que a anuncia. "Corpos" não é bonito?
Ah, encontrei a Vânia, minha ex-aluna no secundário - a melhor aluna da turna - que não via há muito e se tornou jornalista numa rádio de Samora Correia. Não lembro o nome da dita rádio! Sabem?
CM

POLÍTICA 3


CHOMSKY, Noam, Governement in the future, New York, Seven Stories Press, 1970
De leitura acessível, contém esclarecimentos bem fundamentados bibliograficamente sobre o liberalismo, socialismo libertário, socialismo de Estado e capitalismo, dedicando-se a classificar estas quatro doutrinas políticas.
Chomky assume-se partidário do socialismo libertário.

ARTE 7


SILVA, Sandra, org. Mãe... (textos de Marcel Proust) Lisboa, ed. 101 Noites, 2007.
"Creio que é apenas às memórias involuntárias que o artista deveria ir buscar a matéria-prima da sua obra. Em primeiro lugar precisamente porque são involuntárias, formam-se a si próprias, induzidas pela semelhança de um momento idêntico, possuem em si uma marca de autenticidade. Depois porque nos trazem as coisas na dosagem exacta de memória e esquecimento. E por fim, ao levaram-nos a experimentar a mesma sensação numa ou noutra circunstância, libertam-nos de qualquer contingência, dão-nos a sua essência extra-temporal, que justamente revela o estilo, essa verdade abrangente e necessária que só a beleza de estilo pode traduzir. O estilo não é de forma alguma um embelezamento como acreditam algumas pessoas, nem sequer uma questão de técnica, é - como a cor nos pintores - uma qualidade da visão, a revelação de um universo particular que cada um de nós vê, e que os outros não vêem. O prazer que nos dá um artista é o de revelar-nos um outro universo"

4/29/2007

CAPITALISMO 16

HUNTINGTON, Samuel P., O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, Lisboa, ed. Gradiva, 2006, 417 págs. Pr. ca. 18.90 euros
Cita-se do último capítulo: "A crença ocidental na universalidade da cultura ocidental, neste novo mundo de conflitos étnicos e de choque de civilizações, sofre de três defeitos graves: é falsa, é imoral e é perigosa. A sua falsidade tem sido o tema central deste livro, bem sumarizada por Michael Howard: "a ideia partilhada pelos Ocidentais de que a diversidade é uma curiosidade histórica que está a ser minada rapidamente pelo desenvolvimento de uma cultura comum mundial, ocidentalizada e anglófona, concebida sobre os nossos valores fundamentais [...] é muito simplesmente falsa". Se existe no mundo um leitor que, até ao momento, não esteja convencido do senso comum do pensamento de Sir Michael, ele vive num mundo que nada tem a ver com o descrito neste livro"
E a última frase do texto: "No mundo que nasce os choques de civilizações são a maior ameaça à paz mundial e uma ordem internacional assente nas civilizações será a mais segura salvaguarda contra uma guerra mundial". CM

4/28/2007

GESTÃO 9

KOTTER, J e RATHGEBER, H. ,O Nosso Icebergue Está a Derreter, Porto, ed. Porto Editora, 2007. 23 páginas, ca. 11.25
Seo seu filho ler o texto ficará a saber que o pinguim Fred e a sua colega Alice, mudaram a tal ponto os hábitos da comunidade pinguim que a salvaram de uma catástrofe natural. Mas se for V. a ler a fábula aprenderá as oito etapas que mudarão uma empresa, apesar da natureza conservadora dos que o rodeiam...
Útil para gerir mudanças.

4/21/2007

Mesmo a caminho da forca, desfrute o passeio.

POLÍTICA 3

RANCIÈRE, Jacques , Ódio à Democracia, Lisboa, Mareantes editora, s.d.
A Democracia salva precisamente pelas suas contradições. Útil porventura a quem muito dela desespera. E sobretudo um olhar diferente sobre o "populismo".

3/23/2007

SÓ CONSEGUIMOS SER INICIADOS QUANDO TRATAMOS AS PEDRAS COMO FLORES, AS FLORES COMO ANIMAIS, OS ANIMAIS COMO HUMANOS E OS HUMANOS COMO DEUSES.
Roso de Luna

3/22/2007

MEDE-SE A RIQUEZA DE ALGUÉM PELO NÚMERO DE COISAS DE QUE PODE PRESCINDIR

3/21/2007

BASTA DAR UM PASSO FORA DA MEDIOCRIDADE PARA ESTARMOS SALVOS

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